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Análise Sincera: Tales of Vesperia (PS4)

21 de janeiro de 2021

Tales of Vesperia é um JRPG de ação desenvolvido pela Bandai Namco e lançado para Xbox 360 em 2008. Anos depois, ele já está disponível como Definitive Edition para PS3, PS4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.
O jogo tem áudio em japonês, inglês e legendas em português do Brasil. Eu o adquiri em uma promoção em novembro de 2020 mas só fui jogar agora em 2021 devido a muitos jogos, pouco tempo. Esta análise NÃO CONTÉM SPOILERS.

GAMEPLAY:
Um clássico JRPG onde você pode andar livremente pelo mapa do mundo, ao entrar em uma localização, você pode falar com NPCs, vender e comprar itens, etc… (o padrão de sempre). Nas dungeons, você vê inimigos caminhando e ao esbarrar neles, inicia-se a batalha que acontece em tempo real: você pode se mover livremente, atacar com sua arma, usar itens, dar ordens para seus aliados e usar suas habilidades e magias. Algo que pode irritar é que os inimigos são muito mais rápidos que seu personagem, tornando quase impossível você se esquivar de uma batalha. Avançando no jogo, você conseguirá um anel capaz de te auxiliar deixando os inimigos tontos ou congelados por alguns segundos (é nessa hora que você deve aproveitar – fugir ou conseguir vantagem). Durante a ação dos combates, você deve tomar muito cuidado também pois antes mesmo de acertar um inimigo, você poderá se ver tomando altos combos sem conseguir se mover. A velocidade da sua movimentação e dos seus golpes é lenta, mas com o tempo você talvez se acostume.

No jogo, será praticamente obrigatório você acompanhar todas as falas e cutscenes para evitar ficar perdido no jogo (que possui muitas idas e vindas pelos mesmos cenários e não tem uma tela de objetivo claro como “Vá para tal cidade e fale com tal NPC”). Algo muito característico de “JRPG’s das antigas”. O seu grupo mudará constantemente com personagens saindo e retornando, então, você será obrigado a deixar todos muito bem equipados.

HISTÓRIA:
Tales of Vesperia se passa no mundo de Terca Lumireis, onde todos usam uma energia chamada blastia para suas necessidades, incluindo criar barreiras em volta das cidades para se proteger contra os monstros.
Você controla o protagonista Yuri Lowell que começa sua jornada atrás de um ladrão de uma peça de energia de blastia que controlava a água na parte inferior de sua cidade Zaphias. Ao decorrer da história, você será apresentado a mais personagens: Repede, Raven, Estelle, Karol, Rita, Flynn, Patty e Judith.

GRÁFICOS:
Os gráficos são de um jogo de 2008 remasterizados, mas isso não é ruim, pois Vesperia é muito melhor que muitos jogos lançados anos após ele. A câmera é fixa dentro dos cenários, mas aberta no mapa do mundo. Temos também cenas em anime muito bem feitas! O gráfico é estilo animação 3D, mas é caprichado e você pode notar diversos detalhes nas cidades, florestas e masmorras. Mesmo em 2021, não é um jogo datado.

SOM:
Outro ponto positivo! Além de áudio em japonês e inglês, temos músicas belas e bem variadas ao longo dos cenários. Único ponto que pode enjoar de início é a música de batalha que não é das melhores – um rock-zinho bem genérico… mas na mudança de ato, ela irá mudar (não muito pra melhor). Clique aqui para um belo exemplo de uma trilha sonora do jogo.

NOTA FINAL: 8,5 / 10

Eu terminei o game com 30+ horas no level 45+ e recomendo pela história e diversão!

Jogos pendentes na lista para jogar:
Tokyo Xanadu eX+ (PS4)
Persona 5 Royal (PS4) *não farei análise pois já temos muitos posts de Persona aqui no blog!
Fire Emblem: Three Houses (Switch)

Vem Aí: Persona 5 Strikers (PS4, Switch, PC)

11 de janeiro de 2021

Disponível no Japão há quase 1 ano, Persona 5 Scramble chegará ao ocidente como Persona 5 Strikers agora no dia 23 de fevereiro de 2021 para PS4, Nintendo Switch e PC.

Diferente do Persona 5 original, este game será um action RPG e você poderá controlar os Phantom Thieves em tempo real enquanto destrói dezenas de inimigos pelos cenários de uma vez. Confira o trailer!

Análise Sincera: Ys Origin (PS4)

11 de janeiro de 2021

Lançado em 2006 pela Falcom e disponível hoje em dia para PS Vita, PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch; Ys Origin é um action RPG japonês de gameplay e gráficos simples. É um prequel da série Ys onde os eventos da história se passam 700 anos antes do primeiro jogo. Fique tranquilo, pois esta análise NÃO CONTÉM SPOILERS. Mas já aviso: não se anime muito com este game… sem mais delongas vamos começar:

GAMEPLAY:

Ao iniciar Ys Origin você tem a opção de escolha entre 2 personagens com gameplays distintos e mudanças nos acontecimentos ao decorrer da história. São eles: Yunica Tovah (a guerreira) e Hugo Fact (o mago). No game você pode andar, correr, pular, atacar e utilizar as skills de cada personagem que são desbloqueadas ao longo do tempo, assim como itens especiais que permitem respirar embaixo da água ou ver passagens secretas, por exemplo.

O jogo é simples, repetitivo (prepare-se para ficar com o dedo doendo de tanto apertar o comando para atacar), com puzzles bobos (aperte 1 botão) e quests nem sempre intuitivas onde você pode facilmente ficar preso no game e precisar ver algum vídeo no YouTube pra conseguir avançar (como a parte do Devil’s Corridor, o martelo e o pilar). Mesmo na dificuldade Easy, você terá desafios e poderá morrer facilmente.

Você utiliza estátuas para salvar o jogo, servir de checkpoints, pontos para fast travel e gastar seus pontos para melhorar atributos.

O cenário é um só: a Darm Tower (você vai saber mais abaixo). E apesar de pouca variação, poucos personagens, as cenas de diálogos são enormes. O jogo não é longo, tendo uma média de duração de 8 horas nos sites de análise de tempo.

HISTÓRIA:

Na terra-paraíso de Ys, governada por duas deusas: Reah e Feena e seus 6 milagrosos sacerdotes – capazes de poderes mágicos através de um artefato chamado Black Pearl, em um belo dia… demônios invadiram e começaram a destruir tudo sem aviso… Incapazes de controlar isso, todos buscaram abrigo em um templo; e com o poder da Black Pearl, as deuses ergueram esse templo do chão aos céus. Mas os monstros estavam determinados e uma guerra começou… e as deusas desapareceram. Os sacerdotes então organizaram uma busca às deusas na Devil’s Tower. E assim começa o jogo.

GRÁFICOS:

A câmera do jogo é uma só: uma visão isométrica do cenário e personagens, os gráficos são simples, com texturas e efeitos 3D fracos, dignos de um jogo de PS Vita. Talvez no portátil fique melhor, mas no PS4 em alta resolução… o jogo fica datado, não tem como… As cutscenes (que são quase nulas) são quase impossíveis de assistir – apresentando uma resolução péssima.

SOM:

Nada a comentar, simplesmente não me agradou. É o velho metal frenético da série Ys, só que agora piorado.

NOTA FINAL: 3,5 / 10

Apesar de ter adorado Ys VIII, não me adaptei ao Origin e não recomendo o jogo. Além de repetitivo, ele exige um “farm de XP” muito grande, mesmo no modo mais fácil e isso acaba irritando. Por hora, eu desisti de terminar este game… talvez eu retorne, um dia.

Jogos pendentes na lista para jogar:
Tokyo Xanadu eX+ (PS4)
Tales of Vesperia (PS4)
Persona 5 Royal (PS4)
Fire Emblem: Three Houses (Switch)

E você, já jogou Ys? O que achou? Recomenda algum JRPG? Deixe o seu comentário!

Análise Sincera: Ys VIII: Lacrimosa of Dana (PS4)

4 de janeiro de 2021

Saudações RPGistas! Seguindo com mais um post da série com um jogo que eu terminei neste fim de ano. Ys é uma série de JRPG famosa que já está em seu 9º título e tem o 10º previsto. Ys VIII: Lacrimosa of Dana é de 2016 desenvolvido pela Falcom e está disponível para PlayStation Vita, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC. Relaxe, esta análise NÃO CONTÉM SPOILERS.

GAMEPLAY:

O jogo é um RPG japonês de ação (action RPG), nele você pode andar, correr, rolar, saltar, nadar, interagir com NPC’s, pescar, cozinhar, criar itens e destruir centenas, talvez milhares de monstros com seus combos e magias controlando um grupo de 3 personagens de 6 disponíveis no total ao longo do jogo (Adol, Laxia, Sahad, Hummel, Ricotta e Dana) – cada um com seu estilo de arma e dano.

O gameplay baseia-se em acompanhar a história enquanto você reúne personagens em uma ilha, criando sua base e a protege contra invasões de monstros. Você também realiza quests para os NPC’s e explora a ilha enquanto derrota inimigos em um combate rápido e viciante. Certas áreas necessitam de itens especiais para acessar como uma luva especial para escalar vegetações ou uma bota especial para caminhar sobre a lama do pântano. Conforme resgata mais NPC’s, eles se juntam ao seu grupo em sua base e cada um tem sua função: ele pode ser um médico ou ferreiro, por exemplo. Em certas áreas da ilha, você precisará de um número mínimo de pessoas resgatadas para te ajudarem a abrir caminho para avançar. Ex: um grande tronco de árvore bloqueia o caminho, você precisa de 10+ pessoas para te ajudarem a limpar a área.

O combate foi o quesito que mais curti neste game. Ele é rápido, muito satisfatório e viciante.

HISTÓRIA:

Você começa controlando Adol – passageiro do navio chamado Lombardia que é atacado e afundado por um monstro gigante dos mares. Você acorda na ilha de Seiren e inicia a busca por sobreviventes. Logo você encontra a nobre Laxia e o pescador Sahad e este será o trio que você passará grande parte do jogo até encontrar com +2 personagens: Hummel e Ricotta.

Adol passará grande parte do tempo tendo sonhos com uma mulher chamada Dana e ela também terá visões com Adol. Mostrando que seus destinos estão interligados. Você não será apresentado e não conseguirá joga com Dana antes de 8~10+ horas de gameplay.

Ys VIII tem uma história que liga passado, presente e futuro. É uma história longa, que se desenvolve lentamente e muda de clima perto do fim. Começa pequena e termina com eventos que podem mudar a história da humanidade. Pode ser recompensadora se você se dedicar à dezenas de horas para conseguir o final verdadeiro do jogo ou muito frustrante se você estiver com pressa.

GRÁFICOS:

Os gráficos não são o quesito forte neste game, são dignos de um jogo de PS Vita de 2016 remasterizado. Não que seja ruim, mas para 2021, é um jogo datado. Os modelos dos personagens são bonitos, porém as texturas dos cenários são pobres e cheias de serrilhados. Acredito que jogar no portátil seja OK, mas em uma TV grande em alta resolução pode incomodar um pouco.

SOM:

Não tenho muito a comentar nesse quesito. Resumindo, na sua base da ilha ou cutscenes, temos músicas calmas-padrão e durante áreas de exploração e ou combates temos um metal frenético tocando ao fundo enquanto você realiza seus combos no ar derrotando os lobos, macacos e ouriços no mapa. A música tema que toca na tela de título e se repete no final do jogo é bonita, daquelas que gruda na mente; mas logo você enjoa…

NOTA FINAL: 7,5 / 10

Eu terminei o jogo com pouco mais de 20 horas e level 75+ com o grupo. Mas se você for daqueles que explora cada área do mapa, pega todos os itens, conversa com todos os NPC’s, lê todos os diálogos e acompanha todas as cutscenes com cuidado, você poderá chegar ao dobro do meu tempo e ainda não chegar nem perto dos 100% do game. O jogo não é ruim, longe disto, porém, eu particularmente não consegui me envolver e gostar de nenhum personagem ou mesmo da história do jogo para me dedicar mais à ele.

O jogo possui 3 finais: o ruim, o normal e o bom (verdadeiro). O que decide qual final você conseguirá é o seu nível de reputação do personagem Adol (o valor é definido pela quantidade de quests que você realiza, presentes que entrega aos NPC’s da sua base, porcentagem do mapa explorado, Rank conseguido nas Raids, etc). Infelizmente, só descobri isso após zerar o game. Então tive o final ruim, voltei, entreguei algumas quests e consegui o final normal. O bom, você pode perder, caso jogue correndo igual eu – pois algumas quests têm prazo e você precisa fazer quase 100% para ter uma reputação tão alta. Fica aí esta dica.

Ys VIII: Lacrimosa of Dana é um jogo que eu recomendo caso você curta JRPGs, action RPGs, jogos de aventura e ou jogos com uma história longa.

Jogos pendentes na lista para jogar:
Ys Origin (PS4)
Tokyo Xanadu eX+ (PS4)
Tales of Vesperia (PS4)
Persona 5 Royal (PS4)
Fire Emblem: Three Houses (Switch)

E você, já jogou Ys? O que achou? Recomenda algum JRPG? Deixe o seu comentário!

Jogo: Bad North

29 de dezembro de 2020

Olá, RPGista, como vai? No post de hoje vou falar rapidão de um jogo bacana que estou jogando: Bad North * Jotun Edition.

Estava em promoção esses dias na Steam e o estilo/arte me interessou. Em Bad North o Rei foi morto pelos vikings e você e seus comandantes viajam ilha após ilha defendendo seus habitantes das invasões vikings. Você precisa correr contra a frota viking maior, logo, conforme luta em algumas ilhas, outras são abertas e dependendo do seu avanço, algumas são bloqueadas por terem sido devastadas pela invasão.

Defender uma ilha lhe concede moedas. A quantidade de moedas varia para cada construção (casas) que estiverem de pé ao final do combate. A quantidade de moedas é proporcional ao tamanho da construção. Os vikings tentarão invadir a ilha por vários lados e tentarão queimar as casas.

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